sábado, 14 de agosto de 2010

Forte como um menino




Forte Como Um Menino

Prisma Brasil

Composição: Twila Paris
Nos combates tenho sido vencedor
Mas ao vencer eu também posso me ferir
Falam por aí que a minha força é demais
Sem ver que no meu peito eu escondo o meu pesar
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há
Destemido busco encontrar a paz
Pois de Jesus a armadura é voraz
Dizem por aí que a mim ninguém vai derrotar
Sem ver meu inimigos que me tentam sem parar
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Quarenta dias de uma nova vida.

Hoje estou completando quarenta e três dias de cirurgia. Estou bem.
Ontem fui ao meu trabalho e recebi um montão de abraços, carinho e palavras acolhedoras. Como é bom sentir-se vitorioso. Como é bom experimentar o gostinho de ter dado um passo importante na vida. Estou sentido que ganhei uma sobre-vida no jogo da vida. é uma sensação de "tô podendo", sabe assim aquele gosto de poder, de vitória, de  começar de novo. Não é só o peso que se foi, foram também as derrotas, as perdas, os fracassos. Parece que houve um renascimento na motivação. Sinto-me com um novo fôlego.
Nessa semana  eu comecei a ministrar aulas num curso de Decoupage e Country Americano.
Foi assim, a Igreja que eu frequento , semestralmente abre matriculas para  diversos cursos com objetivo de ajudar pessoas da comunidade a ter uma nova profissão e nesse semestre os professores de artesanato não puderam continuar e fui convidado. Claro que levei um susto. Primeira reação. Eu? Imagina, não posso. Mas, pensei: porque não? Estou dentro, vamos lá. Estou de graça, de licença saúde, tempo livre e então vou me doar. Faz parte do novo desafio , ir mais além. Ficar parado gera ansiedade e isso não é bom, então vamos ajudar outros. Servir é o melhor remédio e ser voluntário é chique,é bacana e faz bem para alma.  
Falando em chique, estou levando à serio aquele slogan do Outlet  Premium" Chique é pagar pouco. Sabe o que tenho feito? Garimpado roupas em Brechó. Não sei a minha numeração nova ainda; cada  semana está diferente e para acudir essa situação de emergência tenho buscado algumas peças  e doado outras. é um mundo fascinante, você encontra boas peças com preços muito legais, grifes famosas que com certeza custariam bem mais caras, com um preço muito bom.  Isso além de tudo é ecológico.Reutilizar é bom para o planeta e doar peças, que nã te servem mais porque estão grandes, é impagável. Isso não tem preço. 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

sábado, 7 de agosto de 2010

A luta contra a balança. Sbt Repórter - Cirurgia de redução ...

Esse foi o médico que me operou.

Um dia solitario

Hoje é um sábado diferente. Estou absolutamente só. Solidão leva a ansiedade que rima compulsão e isso não é bom.
Minha mulher viajou com um  grupo para realizar um trabalho do tipo "dia de solidariedade". Ela foi cortar cabelos em uma comunidade carente. Minha filha também viajou, foi na festa de aniversário de um primo e eu fiquei.
Não estou muito bem ainda para encarar viagens e reuniões festivas. Dependo de uma marmitinha básica de sobrevivência. 
Esta semana tive retorno na UNICAMP e foi muito legal.
Estou bem, segundo o médico e a nutricionista.
Ajustei a alimentação e descobri que alguns alimentos fazem mal por causa da textura, preparação e ambiente em que se come.  Isso mesmo, o ambiente influencia agora na digestão, aliás já era assim mas não percebia. Sempre ouvi falar umas frases que achava engraçadas do tipo: - Se estou nervoso a comida não desce! ou -Nesse agito nem consigo comer!.
Nunca fui desses. Pra mim hora de comer, comer e ponto final. Hoje isso mudou, tenho que separar um tempo para isso e me alimentar devagar. Um desafio. Deveríamos ser mais serios com isso e com certeza viveríamos melhor. Se nos alimentamos devagar e conscientes do que estamos comendo, com certeza comemos menos e com isso não engordamos e se não engordamos os riscos para a saúde são menores.
Os alimentos devem ser um pouco mais molhados para serem aceitos. Um arroz mais para papinha, uma carne de panela, o feijão com caldo e assim por diante até que isso vire uma rotina. Nenhum bicho-de-sete-cabeças, perfeitamente normal e possível.
Conversei com os dois médicos que chefiam a equipe Dr Chain e Dr. Pareja. Recebi os parabéns porque, segundo eles, o mérito é meu de estar caminhando bem. Sei disso, mas não deixo de ser grato pela equipe que deu a direção e  esta me ajudou mudar.
Tem valido à pena. Têm dias que as coisa ficam mais complicadas mas depois tudo melhora. É só não valorizar demais. Vamos lá! Sempre um dia de cada vez.  

domingo, 1 de agosto de 2010

O prazer das descobertas

Hoje redescobri o saborde sentar à mesa sem uma dieta especial. Dentro do que foi oferecido, escolhi o que seria melhor para mim. Arroz, feijão, brócoli, pedacinho de frango caipira e abóbora cabotiá. Como diria uma velha amiga minha "dos Deuses". Que delicia! Ainda que as porções são pequenas , há o prazer de saborear essas iguarias. Nada foi rejeitado pelo meu organismo. Tudo foi digerido direitinho e no fim tomei uma bola de sorvete de creme. Demais não?! Nada contra a abobrinha, chuchu, batatinha, mandioquinha e outras alegrias das sopas em geral  mas, vamos combinar que  nada supera o velho e bom arroz-com-feijão de cada dia. Delicia! Maravilhoso! Cheiroso!  É uma sensação de vitória total. Tem uns momentos que dá a impressão que não vai dar certo e que há uma conspiração alimentar contra você. O Universo respira almoço, jantares e festinhas. Tudo é só pretexto para comer. Não existe a reunião pela reunião somente, até quando você vai na Igreja é servido o pão. Mas, como havíamos combinado, a escolha foi minha e isso vai ter fim.e assim vamos passo a passo.

Eu não liguei

Bertolt Brecht (1898-1956) Primeiro levaram os negros Mas não me importei com isso Eu não era negro Em seguida levaram alguns operários ...